Não sei se isso ocorre em outros locais do Brasil, mas aqui nas Cidades Satélites do DF é uma falta de educação tremenda.
Eu fico abismada com a cara de pau do povo, que não pode ver uma área vazia que joga entulho, lixo, gordura, fralda de criança. Nossa! Como pode?
E o pior, que quando a coisa começa a complicar e o entulho começa a atrair ratos e causar mau cheiro, o povo chama a imprensa local e “mete o pau” no governo que não mandou limpar a área. Dá vontade de encher de socos uma pessoa dessas.
Perto da minha casa há uma área assim. E os “cidadãos do mal” vivem jogando entulho lá. São carroceiros, donas de casa, crianças que perderam seus cachorrinhos. Tem de tudo. E o governo vive mandando limpar e os miseráveis dos meus vizinhos continuam a jogar lixo lá.
Certa vez o Governo deixou de limpar a área por uns dois meses. Daí os ratos fizeram a festa e começaram a invadir as casas. Logo uma vizinha, minha dona de casa, com não sei quantos filhos, chama a imprensa e mostra a área, diz que está indignada, que os filhos dela estão ficando doentes, que o governo deveria mandar limpar todo dia, que é um absurdo e etc.
Tempos depois, em outra reportagem, o jornal local flagrou um carroceiro jogando carcaça de açougue, isso mesmo que vocês leram, na mesma área. Perguntaram a ele por que estava fazendo isso daí ele deu ré na carroça (nem sei se é esse o termo) e saiu do local imediatamente. Adivinha quem era? O excelentíssimo esposo da dona de casa que havia reclamado. Tempos depois a infeliz foi na imprensa de novo reclamar da sujeira.
Sério. Deveria ser crime cara de pau. Não só dos políticos quando da população. A imprensa nem deveria dar moral para esse tipo de reclamação.
Pois eu torço para me mudar de onde moro hoje, e que o governo esqueça aquela região e todos esses infelizes morram de doenças. Menos “mau caráter” no mundo.
Se eu não morasse lá ia fazer uma faixa e iria fazer um protesto a favor da não limpeza dos entulhos.
Sei que alguns moradores não têm culpa de nada e outros até lutam contra os maus cidadãos. Minhas desculpas para eles. Só para eles.
As sugestões de soluções são as mais absurdas ainda. A população tem que ficar de olho em quem joga lixo. Mas quem é que gostar de ficar se indispondo com os vizinhos? Quem que gosta de se abdicar da sua vida para vigiar lixo dos outros? Ficar falando com adultos como se fosse crianças e como se não soubesse o que é o certo ou errado?
Outra é fiscalização (a “menos ruim”). Mas pense comigo o quanto é absurdo pagar um fiscal, que não ganha mal no GDF, só para fiscalizar se a população joga lixo ou não. E isso ainda não é em tempo integral. É esporádico. Pois imagina o custo em vigiar todos os terrenos baldios do DF 24 horas por dia. Nunca será viável. E é uma péssima ideia. O dinheiro tem melhores destinações.
Eu não estou aqui para dar sugestões e nem tenho conhecimento para elaborar uma solução milagrosa, mas aqui vai a minha:
Que os terrenos sejam vigiados 24 horas por dia durante 2 semanas atirando em quem aparece no local. Acredito que depois disso a população terá medo de aparecer por lá.
Ou então implantar chips na cabeça da galera que sempre sugestionará a não fazer esse tipo de coisa.
Desculpem a minha ignorância, mas não vejo outra solução.
Eu fico abismada com a cara de pau do povo, que não pode ver uma área vazia que joga entulho, lixo, gordura, fralda de criança. Nossa! Como pode?
E o pior, que quando a coisa começa a complicar e o entulho começa a atrair ratos e causar mau cheiro, o povo chama a imprensa local e “mete o pau” no governo que não mandou limpar a área. Dá vontade de encher de socos uma pessoa dessas.
Perto da minha casa há uma área assim. E os “cidadãos do mal” vivem jogando entulho lá. São carroceiros, donas de casa, crianças que perderam seus cachorrinhos. Tem de tudo. E o governo vive mandando limpar e os miseráveis dos meus vizinhos continuam a jogar lixo lá.
Certa vez o Governo deixou de limpar a área por uns dois meses. Daí os ratos fizeram a festa e começaram a invadir as casas. Logo uma vizinha, minha dona de casa, com não sei quantos filhos, chama a imprensa e mostra a área, diz que está indignada, que os filhos dela estão ficando doentes, que o governo deveria mandar limpar todo dia, que é um absurdo e etc.
Tempos depois, em outra reportagem, o jornal local flagrou um carroceiro jogando carcaça de açougue, isso mesmo que vocês leram, na mesma área. Perguntaram a ele por que estava fazendo isso daí ele deu ré na carroça (nem sei se é esse o termo) e saiu do local imediatamente. Adivinha quem era? O excelentíssimo esposo da dona de casa que havia reclamado. Tempos depois a infeliz foi na imprensa de novo reclamar da sujeira.
Sério. Deveria ser crime cara de pau. Não só dos políticos quando da população. A imprensa nem deveria dar moral para esse tipo de reclamação.
Pois eu torço para me mudar de onde moro hoje, e que o governo esqueça aquela região e todos esses infelizes morram de doenças. Menos “mau caráter” no mundo.
Se eu não morasse lá ia fazer uma faixa e iria fazer um protesto a favor da não limpeza dos entulhos.
Sei que alguns moradores não têm culpa de nada e outros até lutam contra os maus cidadãos. Minhas desculpas para eles. Só para eles.
As sugestões de soluções são as mais absurdas ainda. A população tem que ficar de olho em quem joga lixo. Mas quem é que gostar de ficar se indispondo com os vizinhos? Quem que gosta de se abdicar da sua vida para vigiar lixo dos outros? Ficar falando com adultos como se fosse crianças e como se não soubesse o que é o certo ou errado?
Outra é fiscalização (a “menos ruim”). Mas pense comigo o quanto é absurdo pagar um fiscal, que não ganha mal no GDF, só para fiscalizar se a população joga lixo ou não. E isso ainda não é em tempo integral. É esporádico. Pois imagina o custo em vigiar todos os terrenos baldios do DF 24 horas por dia. Nunca será viável. E é uma péssima ideia. O dinheiro tem melhores destinações.
Eu não estou aqui para dar sugestões e nem tenho conhecimento para elaborar uma solução milagrosa, mas aqui vai a minha:
Que os terrenos sejam vigiados 24 horas por dia durante 2 semanas atirando em quem aparece no local. Acredito que depois disso a população terá medo de aparecer por lá.
Ou então implantar chips na cabeça da galera que sempre sugestionará a não fazer esse tipo de coisa.
Desculpem a minha ignorância, mas não vejo outra solução.
